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sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Sobre o fim do mundo


Esta semana, mais precisamente esta sexta 21/10, foi profetizado (mais um) apocalipse, fim do mundo, ragnarok, dia do juízo final, etc... Eu como boa pessoa que sou, soltei no twitter que desejava que toda esta porcaria acabasse mesmo. Com isso vem os comentários:

  • mas o que houve?
  • você está desiludido com a vida?
  • está deprimido?
  • está tendo pensamentos suicidas?

Entre muitas outras perguntas do mesmo tipo. E você leitor com certeza também vai concordar com eles e se perguntar porque este filho da mãe gostaria do fim. A motivação desse post é exatamente expor essas razões. E vai servir para explicar tudo isso mais facilmente de novo nas próximas previsões fakes de fim do mundo.


Antes eu preciso contextualizar vocês de que eu já li o suficiente de religiões orientais. Entendo e acredito num ciclo de reincarnações, que pode acontecer em um ou mais planos de existência. Assim como você leitor, eu também não sei se existem outros planos ou quais são, mas então esse ciclo se resumiria a este nosso plano de existência. Sim, eu acredito que a pessoa volta diversas e diversas vezes à vida para aprender lições como: humildade, desapego material, amor, paz, etc... Também acredito que as vezes você pode levar algumas vidas de aprendizado para apenas uma das lições.


Uma das melhores analogias que já vi a respeito, é a que compara esta vida a uma prisão. Aqui você está pagando uma pena (a lição que tem que aprender) e que uma tentativa de fuga da prisão, só faz aumentar o tamanho de sua pena. Ou seja, suicídio nunca vai ser uma solução. Você apenas será jogado aqui de novo pra passar mais tempo. Enfim, esta vida que vivemos não acredito que seja tudo. Penso que todo ser tem seu espírito imortal que talvez se junte a energia de toda natureza, ou a deus, ou a um grande espirito puro onde todos perdem sua individualidade e passam a ser uno, mas enfim, não creio que isto aqui seja tudo. Sim que a existência num plano espiritual superior, por pior que seja, ainda será melhor que a vida que levamos aqui.


O mundo que vivemos, é um mundo de sofrimento. Onde temos uma carcaça mortal para sofrer, sentimentos para sofrer, e uma percepção limitada que nos faz sofrer. Acredito que a idéia da reincarnação é tornar nosso espírito mais evoluído e que quando isso acontece, uma hora você pode sair do ciclo ou continuar nele para ajudar os outros a também evoluírem. Um exemplo fácil de saber o quanto um ser é evoluído é ver o quão pacífico ele é. Se alguém arranja briga de sair no tapa pelo que as pessoas dizem ou fazem, esse com certeza é um espírito pouco evoluído e ainda vai ter de aprender sua lição antes de almejar uma vida sem sofrimento.


Mas, naturalmente, você caro leitor não é obrigado a acreditar em filosofia barata, xintoísmo, budismo, espiritismo, filosofia yogue ou outras 500 possíveis religiões ou idéias que tentem fazer você acreditar nelas, nem minha intenção aqui é tentar converter ninguém. Mas veja bem, mesmo que você acredite que isto aqui, esta vida, é tudo, e acabando isto "você" acaba de vez, ou fica numa tela preta sei lá. Ainda assim, na minha opinião é melhor do que a vida que temos.


Eu tenho total desapego a essa existência porque não gosto de viver nela, não acredito que seja tudo, acredito que seja uma lição, quero evoluir para não mais sofrer. Apesar do desapego dos que não querem viver, eu ainda sim quero viver o suficiente apenas para cumprir o propósito ao qual eu vim. Como eu disse antes, fugir não é solução, sua pena acaba quando for a hora.


O mundo onde vivemos é cheio de calamidades: corrupção, violência, terremotos, guerras, furacões, congresso nacional, entre outros. Esse não é o mundo onde quero viver. É um mundo passional onde as pessoas sofrem demais também com os sentimentos além de suas causas. Todos sofrem com a tristeza ou a raiva em algum momento. Acredito na evolução como sendo você sentindo apenas amor fraternal pelos seus iguais, não existindo mais mágoa, decepção, tristeza porque como seres evoluídos não seremos mais capazes disto. A língua humana, e também suas atitudes são impreterivelmente feitas para sofrimento dos outros. Tudo que se diz ou se faz acaba magoando alguém, mas é a natureza deste mundo. Se uns poucos detém toda a riqueza, e você vem a este mundo como pobretão, isso talvez vá lhe ensinar uma lição de humildade. Se você leva um fora, isso vai lhe ensinar que você não pode ter tudo que quer. Se você vem fraco, isso talvez lhe ensine a ser pacífico e daí por diante. Se este não fosse um mundo de sofrimento, você não aprenderia sua lição.


Também creio que nosso espírito guarda toda e qualquer lição aprendida anteriormente até evoluir por completo. No caso de você já ser uma pessoa pacífica, acredito que não voltará briguento, você voltará para aprender o que ainda tem por aprender, mas mantendo sua característica de paz.


Essas são as razões porque eu acho que o fim deveria acontecer. O término dessa existência poderia marcar o começo de algo muito melhor ou pelo menos diferente. Inclusive toda religião, ideologia ou mitologia prega mais ou menos isso de mundo melhor:

  • Filosofia Yogue: diz que você vai parar de reincarnar;
  • Mitologia Nórdica: diz que vai começar a era de Balder (era da perfeição);
  • Mitologia Egípcia: diz que você vai pra o tal lugar melhor com todos os pertences que estão na sua pirâmide;
  • Cristianismo: diz que tem o céu ou o inferno depois da morte, com ênfase no céu;
  • Mulçumanos: dizem que tem o céu com 72 virgens (não 10 ou 12, mas 72) esperando você para te satisfazer;
  • Ateus: dizem que tem a tela preta;
  • Astrologia: diz que tem a Era de Peixes (Jesus Cristo e o cristianismo), Era de Aquario (era do conhecimento), Era de Capricórnio, e daí até o infinito pregando que as próximas vão ser melhores do que esta;
  • Tolkien: diz que você parte dos portos cinzentos para Valinor.

Enfim supondo que qualquer uma seja verdade, acho que só teremos benefício. Então estou pouco me lixando se o mundo acaba com um meteoro, explosão nuclear, invasão alienígena, apocalipse zumbi, o que me interessa é o fim.


Bem, agora você já pode deixar seu comentário dizendo que esta é a maior baboseira já escrita, ou dizer que se identificou com esta merda toda e que sou um gênio. Qualquer comentário me elogiando ficarei extremamente agradecido. Não sei se o post ficou em tom de desabafo, espero que não muito, peço desculpas por isso e por fugir um pouco à temática que eu vinha mantendo.


domingo, 11 de setembro de 2011

Review: Infinity Gauntlet (parte 1)


Há algum tempo eu queria fazer um review da Guerra Civil que é uma das melhores histórias da Marvel. Catástrofe em dimensões gigantes, mas é uma história longa: um evento distribuído em mais de 100 edições de quadrinhos variados (X-Men, Vingadores, Novos Vingadores, Capitão América, Iron-Man, Spider-Man, Pantera Negra, She-Hulk, Quarteto Fantástico, as próprias edições Civil War, Wolverine, Miss Marvel e até Cavaleiro da Lua). Por ser algo tão extenso, seria bacana fazer com calma, e buscando os melhores trechos de cada quadrinho. E todos sabem que fazer post é complicado, ou seja, para uma história desse tamanho é o triplo de complicação, então decidi fazer de uma história um pouco menor.


Esses dias estive lendo Infinity Gauntlet, quem já jogou Marvel Super Heroes (PS1) ou War of The Gems (SNES) sabe bem que Thanos é um Titã Espacial, tinha uma manopla com umas jóias e uma imensa vontade de reinar absoluto e dominar tudo. A busca dele por poder é muito obssessiva, e ele fará de tudo, mesmo que para isso, alguns heróis ou entidades cósmicas tenham que acordar com seus traseiros ardidos.


Essa história se passa depois que Thanos foi morto e depois de renascido, ele é um vilão já bastante usado pela Marvel e tem diversas guerras entre ele e os heróis que já conhecemos, inclusive atrás do cubo cósmico e outros artefatos de grande poder. Nesta ele está em busca das gemas (Infinity Gems). Não conheço as outras histórias, mas aparentemente ele não tinha o conhecimento que adquiriu sobre o poder delas, inclusive isso é bastante repetido durante este quadrinho.



Uma das 9 revistas que englobam essa história é uma edição do Surfista Prateado em que ele enfrenta, na lua, uma estátua do Thanos que está sendo controlada à distância. Ele enfrenta a estátua, destrói ela, Thanos a reconstrói porque ele tinha deixado pedaços inteiros depois de atacar. Ele ainda consegue quebrá-la mais uma vez, desintegrando tudo e não deixando nenhum pedaço pra contar história. Mas o Thanos ainda envia sua voz d o reino de Tão, tão distante para dizer que se quisesse poderia reconstruir mais uma vez, mas que não o fará porque não vê objetivo nisso. Depois que o Thanos de pedra está fora de combate, o surfista sai voando em direção à terra em busca de ajuda.



Com resultados questionáveis.


Excepcionalmente a batalha na lua se passou em meio a flashbacks, que na verdade era Thanos usando a Mind Gem para vasculhar lembranças sombrias do surfista e também aproveitou para bater nele nas horas vagas quando não estava inspecionando a mente do herói. Passamos então à duas edições especiais da Infinity Gauntlet as de subtítulo: Thanos Quest, antes dele estar de posse das gemas, justamente na busca por elas.



É quando vemos Thanos comtemplando o vazio no fundo de um poço, porque os vilões nos momentos de folga em que não estão tentando matar heróis, destruir ou conquistar planetas, ficam olhando para o vazio. Fato este que increvelmente deu a Thanos o conhecimento sobre as gemas e seus poderes. Acho que isso ensina que devemos ficar olhando mais tempo para buracos, para conhecer os mistérios do universo.



Pois é, o poço onde Thanos teve suas revelações é o poço do infinito, que fica nos tenebrosos domínios da Senhora Morte (sim, é Mistress Death no original). Então os lacaios da morte vem cobrar de Thanos o porque dele não estar fazendo sua tarefa. Simplesmente a senhora morte retirou o espírito/alma/ki/cosmo de Thanos dos domínios da morte e trouxe de volta num corpo reformado que era ainda mais poderoso que o antigo. Mas ela fez isso porque acredita que há um desequilíbrio no universo e que tem havido poucas mortes, então ela incumbe Thanos de matar metade da população do universo para trazer equilíbrio. WHAT? Entidades cósmicas não parecem ser muito racionais, mas enfim, não vamos questionar a morte por enquanto. Um detalhe é que ela só fala com Thanos através dos lacaios, eles são a voz dela, isso será mais importante no futuro. Ele apenas fica argumentando que encontrou um jeito melhor de cumprir sua tarefa e precisa da liberação para juntar as gemas antes de fazer o que prometeu à morte, que já sabe onde e com quem está a primeira, etc...



A permissão é concedida, é dado um transporte ao vilão, no qual ele sai através das dimensões para chegar ao local onde o primeiro guardião está preso. O primeiro sujeito é um cara conhecido como In-Betweener que está aprisionado nos domínios de Lord Caos e Master Order, mas enquanto Thanos viaja aparentemente tem mais caos que ordem dominando os lugares, porque tudo é estranho e nenhuma lei da física parece se aplicar, é dito que seres comuns teriam sucumbido, mas que apesar das transformações físicas e espirituais que ele sofreu, para ele não foi fatal porque Thanos sabe a verdade sobre quem ele é, um único ser em qualquer das realidades então ele termina a viagem em segurança e chega ao Nexus da Realidade, o lugar onde Caos e Ordem se misturam e onde o guardião está preso. O lugar está cheio de sentinelas, que percebem Thanos, mas que são destruídos rapidamente. Thanos conversa com In-Betweener sobre a libertação dele, que pretende aproveitar a oportunidade porque não consegue se libertar sozinho. O prisioneiro usa sua mágica do lado de dentro, Thanos usa sua força para atacar a esfera do lado de fora e o guardião está livre.



Eis que Thanos dá uma "mãozada" no cara, toma a gema da testa dele enquanto ele está caído no chão e abre aquele sorriso. Diz que não pode ser detectado porque não está sob influência daquele reino e não podem saber de suas idas e vindas, e que Lord Caos e Master Order não tem poder sobre ele, então ele vai embora, mas as entidades detectam a fuga (do prisioneiro, não de Thanos) prontos para castigar o In-Betweener. A gema que ele pega é a Soul Gem. Senhora Morte aparece para ver como andam as coisas, dá sua aprovação e Thanos prossegue com sua missão. Vai até o planeta Tamarata que é uma espécie de área de guerra onde várias federações travam batalha, o lugar perfeito para O Campeão (Champion, no original), guardião da Power Gem.



Lá ele pode passar sua imortalidade testando as habilidades de luta e realmente nunca havia sido derrotado. Mas quando Thanos luta com ele, parece um adulto lutando contra uma criança, apesar do Campeão ser muito forte e ter uma fonte de energia infinita (a Power), Thanos usou bastante estratégia e vencia ele nos combates físicos, no fim a mente sempre prova ser mais poderosa que os músculos. O guardião dá uma mega investida contra o planeta (que Thanos já aguardava pois tinha planejado isso) e acaba por destruí-lo, eles ficam flutuando no meio do espaço entre os restos do planeta e Thanos mostra que o prêmio dele é flutuar pelo espaço para sempre sem poder lutar mais. Campeão quer batalhar pelo transporte de Thanos, mas o vilão prefere fazer um acordo dizendo que ele pode flutuar no espaço e ninguém vai matá-lo, mas que a experiência pode começar a se tornar tediosa depois de um século ou dois. Então ele diz que pode transportar o Campeão desde que ele lhe entregue a gema. Ele a entrega e Thanos arremessa o Campeão em outro planeta com o raio trator do seu transporte, honrando assim o acordo, mas provavelmente destroçando o imortal, porque ele é imortal apenas daqueles que vivem muito e não de ser impossível morrer. Detalhe: os Elders estavam utilizando os poderes da gema inconscientemente. Então Thanos parte em busca da terceira gema de seis.



O guardião dela é o Jardineiro (The Gardener), que aparentemente é bem pacífico, e os dois tem intermináveis minutos de conversa sobre como ele conseguiu cultivar o jardim mais bonito do universo e bla-bla-bla, Thanos pede para entregar a jóia pacificamente, pois não quer lutar com o jardineiro. Pois Thanos apesar de amar a morte também aprecia a beleza, mais meia-hora de conversa bla-bla, o jardineiro começa a usar seus poderes e fazer vinhas espinhentas estrangularem e esmagarem Thanos, porque o vilão não pode realizar seus sonhos sem a gema, mas o guardião também não. Apesar de não usar conscientemente o poder da gema, ele sabe que é através dela que conseguiu ter o jardim mais bonito. Mas Thanos rompe as vinhas e começa mais um monólogo interminável.



Depois vemos que o Jardineiro já não estava ouvindo mais nada, porque Thanos havia usado a power gem para potencializar ainda mais os poderes que o velho estava usando, e começou a brotar plantas de dentro dele, ou então o velho estava tão entediado com as conversas e com o monólogo do Titã que acabou enraizando ali mesmo. Enfim, ainda há uma explicação sobre como ele inconscientemente usava o poder da Time Gem para fazer o jardim crescer mais rápido e diminuir a passagem do tempo quando as plantas alcançavam o ápice do florescimento e como foi uma vergonha que o dom do velho fosse o instrumento de sua própria destruição, bla-bla-bla. Parte bastante filosófica.



Então somos levados até a nave do Colecionador (Collector), que agrupa coisas raras em jaulas, celas e containers, inclusive uma das gemas. É quando ele recebe uma ligação de Thanos, mas atende sem receio logo que identifica que não é uma chamada intergaláctica a cobrar. Isso mesmo, ele até já sabia que o titã estava ligando querendo barganhar a gema. Thanos diz que trará algo único para a coleção dele, e que fará a troca disto pela gema. Thanos até tem receio do que pode acontecer, pois se o Colecionador descobrir o segredo da gema que está em seu poder, Thanos dificilmente sobreviveria a um combate direto. O titã ainda espera para ver se algo acontece, mas aparentemente o Colecionador não usou o poder da gema, pois tudo continua igual. Então ele muda o curso para enfrentar um outro Elder antes deste, The Runner.


Quando Thanos chega no lugar indicado (que é no meio do espaço) ele não encontra nada, mas alguma coisa se choca rapidamente contra o transporte dele que imediatamente é quebrado do lado direito, depois do lado esquerdo, e Thanos fica numa beiradinha do que restou. Não me surpreenderia se um tempo depois a Marvel lançasse um jogo chamado: Thanos Equilibrista, mas estou perdendo o foco. Voltando à história, é quando enfim o guardião aparece para conversar, já ciente de que o titã quer a gema, mas com o transporte em pedaços.



Aí você me pergunta, mas se o Thanos já está com a Time Gem, como o Runner faz para ser rápido? Bem, na verdade nem o próprio guardião sabe, ele apenas sabe que a gema fez ele ficar rápido como ele nunca foi, e até chega a dizer que muitas vezes alcança o destino, antes de começar a se mexer. Aí vemos, como Thanos também já sabia, que a gema que Runner possui, é de fato a space e não a time. O que faz com que ele seja mais rápido que a luz, é o fato de que ele se teleporta. Ele ainda faz Thanos de bobo por um bom tempo, eles conversam sobre o segredo das gemas. Thanos ainda começa um outro monólogo sobre como a estratégia vai vencer a velocidade, bla-bla-bla, que o cara só mostrou ser veloz sem ser muito esperto, bla-bla, eis a estratégia:



Ele envelheceu o Runner um milhão de anos, o que fez com que ele sentisse um pouco, os efeitos do tempo. Talvez um reumatismo aqui, uma osteoporose ali, sabe-se lá o que mais. Ele já nem ouvia mais o monólogo de Thanos e nem conseguia correr. O titã obteve a gema. Mas a velhice do guardião não durou muito. Eis que:



O próprio Thanos devolve a juventude ao Runner, exageradamente, mas devolve. Isso porque ele tem um propósito. Ele diz que é mais conveniente manter o Runner jovem e o leva consigo em busca da próxima gema. Observe que mesmo no auge da juventude, sendo um bebê, o Runner já tem rugas. Ou ele estava muito preocupado, ou esse cara tem muito azar mesmo.



Ele usa seu recém conquistado poder da Space Gem para teleportar dentro da nave do Colecionador. Que esperava a aproximação do transporte de Thanos com toda artilharia de que dispunha no momento. Foi pego com as calças na mão, hein Colecionador? OWNED! Enfim, Thanos quer trocar um antigo Elder ainda bebê, da raça do Runner pela gema, realmente algo único de extrema raridade que pode ser o substituto da jóia nessa coleção. O Colecionador quase tem um orgasmo de excitação com essa possibilidade e faz o acordo sob uma condição, que não haverá interferência na existência dele ou do bebê e Thanos dá a sua palavra que vai cumprir o acordo. O Colecionador diz que foi uma boa barganha, Thanos pega a gema, começa a falar do potencial dela visto que é a Reality Gem e que é capaz de controlar a realidade.



Ele dá essa demonstração tosca do poder da gema colocando as coisas de cabeça para baixo e exibindo algumas aleatoriedades. E revela que já sabe que a última gema está com o Grande Mestre (Great Master), que antecipava que era o oponente mais difícil e que por esta razão o deixou para o final. Antes de ir embora conta uma coisa ao Colecionador, que a condição de infância colocada no Runner é apenas temporária.



É quando Runner cresce, então ele e o Colecionador começam a se quebrar na porrada. Pois é meu caro Colecionador, vem fácil, vai fácil. Troll face do Thanos pra você. Runner que não ficou nada feliz em ser objeto de seu ninguém.



Grande Mestre, que é um estrategista foda e provavelmente a mais difícil batalha de Thanos entre os elders que guardam as 6 gemas, já se preparava para a chegada do titã.



Que imediatamente teleporta para a arena do mestre, onde ele já imagina que não vai ganhar a gema facilmente por causa de alguma armação preparada anteriormente. O Grande Mestre começa a explicar como vão funcionar as coisas, diz que a gema (Mind Gem) está num transportador pan-dimensional, cercada por muitas camadas de escudos de força, e que qualquer tentativa de obter o prêmio sem vencer o jogo, causará imediata ativação teleportando a jóia para um destino aleatório que Thanos também não vai poder rastrear porque a máquina vai se auto-destruir no instante seguinte. Se os sinais vitais do Grande Mestre, que estão sendo transmitidos para a máquina, pararem, também acontecerá o teleporte da gema.



Thanos põe as outras 5 gemas num campo de força que só se desativará no evento de sua morte. O torneio do Grande Mestre consiste de um exercício militar num plano mental da existência, cada participante equipado com um traje de batalha idêntico, um tiro certeiro imobiliza o perdedor e termina o jogo.



Bem amigos da rede globo, diretamente do estádio de La Plata, começam as emoções da carnificina entre Thanos e o Grande Mestre.



Bem, para resumir a história, eles ficam trocando lasers, Thanos se esconde, o Grande Mestre aparece de costas para o lugar onde Thanos está escondido enquanto o procurava, Thanos prepara os lasers, mas quando dispara é envelopado num casulo de pedra. O Grande Mestre havia trapaceado, porque ele desejou o potencial das gemas para si próprio, deixou Thanos derrotar todos os elders, pegar as gemas e trazer diretamente para ele, assim obteve as 6 sem ter o trabalho de viajar, porque ele mesmo diz que odeia viajar. Então o casulo se quebra, o Grande Mestre vê que estava com um robô o tempo todo, Thanos (o verdadeiro) quebra o dispositivo que estava hosteando o game e o Grande Mestre fica preso lá. E então:



Eis Thanos com a Mind Gem e as outras 5, agora senhor de todo o universo enquanto o corpo sem mente do Grande Mestre encara o robô que entrou na partida. Troll Face do Thanos pra você também, Grande Mestre.



E agora que os elders entregaram de bandeja as 6 gemas para o Thanos, que aguentem as consequências dele com onipotência reinando no universo. Ele ficou com um poder cósmico supremo e retornou para o covil da senhora morte.



Ele declara seu amor, diz que fez tudo isso por ela, para ser igual ou melhor e para que os dois possam reinar juntos, que não podia ser apenas escravo dela.



A vontade dele é feita, agora que ele é Thanos todo-poderoso. Ele se irrita porque ela continua falando com ele através dos lacaios. Diz que está em pé de igualdade e quer que ela fale diretamente com ele. Ao que um lacaio apenas responde: "Minha senhora deseja com o devido respeito afirmar que o seu novo poder recentemente adquirido não é igual ao dela..."


"...Você é superior de todas as maneiras em muitos níveis!" OOOH!!! Mas o que é isso? Dizer uma coisa dessas assim na lata. Ele ainda diz que a morte é incapaz de falar com o todo-poderoso diretamente. Thanos de saco cheio destrói um dos lacaios dela. Ele ainda diz que deseja o amor dela, não a subserviência cega. Minha nossa, isso ainda é um quadrinho de super-heróis ou se tornou um dramalhão mexicano? E depois a cena mostra Thanos novamente no poço do infinito, imagem muito parecida com a do começo, contemplando o infinito, chorando, mas não mostra nenhum desfecho. Na verdade essa imagem dele frente ao poço se repete muito durante toda essa saga, acho que os caras estavam com preguiça de desenhar. Enfim, na parte 2 veremos que uso Thanos deu aos seus novos poderes cósmicos e fenomenais, além de dar uns tapas no surfista, como vimos no começo, para ele deixar de se gabar como "A entidade cósmica do pedaço".


Eu não disse que era parecida com a do início?

Se você leitor clicar nessa última imagem para aumentá-la vai conseguir ver o Thanos chorando, que vergonha em Sr. Thanos, depois de ganhar o título de Almighty Thanos, chorando feito uma garotinha. Vamos ver se na parte dois temos alguma ação, ao invés de ter que aturar o vilão chorando pelos cantos.

domingo, 14 de agosto de 2011

Sobre Game of Thrones


Antes de qualquer coisa, gostaria de avisar que esse post é 100% SPOILER-FREE. Ou seja, não tenha medo, não vou contar nada do enredo e da trama.


Como muitos de vocês já devem ter percebido, Game of Thrones é o Hype da vez, o seriado lançado pela HBO alavancou as vendas de livros pelo mundo todo e George R. R. Martin se torna um homem mais rico enquanto você lê esse texto pois uns tantos livros estão sendo adquiridos neste instante. A história tem seus méritos, e também já causou polêmica agora que está evidência.


As histórias de fantasia receberam um up quando a série de Harry Potter foi lançada e quando O Senhor dos Anéis teve sua trilogia lançada para o cinema, desde então muitos autores novos quiseram pegar embalo no sucesso que o gênero estava fazendo. E com certeza algumas pessoas estão achando que George Martin apenas aproveitou também essa oportunidade e fez seus livros, mas aí que se enganam porque é um projeto que começou a ser escrito em 1991 e foi publicado primeiramente em 1996 (segundo a wikipédia). Pois é, o caso é que os livros não fizeram tanto sucesso antes, mas nada que uma série televisiva não possa fazer por seu produto.


Veja bem, não tenho nada contra a série e nem o livro, na verdade até recomendo a história (seja na TV ou no papel) para você que lê este blog, mas tenho algumas críticas para fazer acerca da polêmica que foi criada a respeito das crônicas de gelo e fogo. Tudo começa há não muito tempo atrás quando este artigo foi publicado.


Vamos ser sinceros, um artigo desses e com um título tão radical é criado apenas para colocar lenha na fogueira, nos fóruns chama-se um usuário que se comporta dessa forma de Troll pois ele passa o tempo todo levantando questões apenas para tentar jogar os usuários uns contra os outros, criar flames (que seriam discussões acaloradas) e propagar o caos, quando muitas vezes nem tem argumentos, só querem agitar as águas até se tornarem turbulentas. Vamos analisar as 10 razões e o que podemos extrair. Primeiro vejamos logo a lista, depois abordaremos os tópicos:


  1. Os personagens transam, escarram, defecam e ficam de ressaca;
  2. A linha entre bem e mal é muito mais tênue – se é que existe;
  3. Martin não abusa das descrições como Tolkien;
  4. Martin não tem nenhum princípio;
  5. O autor de Crônicas não se ofende se você encontrar alegorias nos livros;
  6. Ao terminar os capítulos de Crônicas o leitor está sem ar;
  7. Há mais reviravoltas na trama em um livro de Martin do que em todas as obras do Tolkien juntas;
  8. O leitor troca de olhos a cada capítulo;
  9. Há personagens para todos os gostos;
  10. As Crônicas de Gelo e Fogo duram mais.

Como vocês já podem ver, algumas dessas razões são absurdas só de ler o título, mas vamos analisar com calma.



Os personagens transam, escarram, defecam e ficam de ressaca: aqui nossa ilustre autora do artigo critica o puritanismo utilizado na história de Tolkien e chega a mencionar Arwen como elfa recatada, enquanto que em GoT até o personagem mais sério se embebeda, transa, entre outros comportamentos. Enfim, são realidades diferentes, épocas de escrita diferentes, e definitivamente encher a história de Tolkien de sexo e bebedeira ou urinadas atrás de árvores não ia fazer dela melhor, o enredo já é muito bom por si só sem esses elementos. É como cobrar uma história adulta, com muita devassidão em Harry Potter, é possível, mas o foco da história é outro. A falta de "momentos adultos" por assim dizer, não faz a história de Tolkien brilhar menos.



A linha entre bem e mal é muito mais tênue – se é que existe: aqui de novo a autora volta ao estilo de escrita. Ela tem certa razão na afirmativa, pois em GoT é difícil dizer quem está tramando e quem é o vilão da vez, enquanto que em SdA os vilões estão bem definidos entre Orcs, Trolls, Nazgul, Espectros, Grima, Saruman e Sauron. Não temos surpresas quanto a quem não está do lado dos mocinhos, mas de novo eu afirmo que isso não torna a história de Tolkien pior. O Senhor dos Anéis é uma clássica história de bem contra o mal, com os lados já bem definidos nessa guerra por causa de todo o préludio que foi criado para a guerra do anel. Se em GoT temos punhal nas costas do protagonista de quem menos se espera, e planos de onde menos se imagina, GoT se torna uma história de suspense bacana, mas o intuito de SdA é diferente e o fato de não tornar tudo um suspense e criar traições a cada 5 páginas, não faz da história pior, só faz dela uma história que não aborda esse aspecto, isso é opção do escritor.


Martin não abusa das descrições como Tolkien: todos que leram Senhor dos Anéis sabem que esta afirmação é verdadeira, outras obras de Tolkien como O Hobbit e O Silmarillion são muito menos descritivas do que SdA, na qual Tolkien descreve tudo em seus mínimos detalhes, mas é preciso ver que são épocas diferentes. George é mais contemporâneo, escreveu os livros já nos anos 90, Tolkien escreveu os livros durante a segunda guerra ou foi pouco depois dela. Você cobrar que Machado de Assis tivesse usado as gírias e termos de hoje é absurdo. Concordo que a leitura de SdA pode ser cansativa, mas com um pouco de disposição você terá lido uma das maiores histórias já escritas, lembrando ainda que Tolkien optou por ser bastante descritivo porque ele criou todo um mundo que não existia, e acredito sua intenção era fazer as pessoas enxergarem bem como era a Terra Média.


Martin não tem nenhum princípio: aqui percebemos que a autora encheu linguiça, porque essa razão é praticamente igual a segunda. Ela diz que Martin coloca na trama: traição, incesto, prostituição, roubo, estupro, violência, crueldade, infanticídio, eutanásia, aborto. Ela diz que isso torna GoT mais verossímil do que SdA. Eu digo novamente que o foco de Tolkien, era outro, ele não necessariamente deveria encher sua história de devassidão para torná-la melhor, e a perversidade pode se apresentar de formas diferentes, principalmente num mundo de fantasia com raças diferentes e situações diferentes das que existem em nosso mundo. Na verdade, acho que ninguém queria ver orcs estuprando hobbits prisioneiros, é exatamente o tipo de coisa que não faz falta em Senhor dos Anéis e dificilmente sair colocando elfos violentados ou orcs violentando, ou o que quer que fosse nesse sentido ia melhorar Senhor dos Anéis. Não me entenda mal, não estou dizendo que a história é ruim por não ter esses elementos, só quero dizer que ela não ia melhorar se os tivesse, ia passar a ser uma história banal e não épica.


O autor de Crônicas não se ofende se você encontrar alegorias nos livros: na boa, supondo que Tolkien tenha dito que se ofenda quando dizem ver alegorias em suas histórias (apenas supondo, pois não sabemos se ele disse isso mesmo, a fonte não é verificada) em que isso piora sua história? Exatamente caro leitor, não piora em nada. Isso é uma opinião pessoal do autor, não vai tornar a história muito melhor (como diz o titulo do artigo) do que a outra. É como se Stephenie Meyer dissesse que não gosta de seriados americanos e as pessoas achassem os livros dela piores ou melhores por causa disso. Não tem nada a ver com a história, a saga crepúsculo é ruim e vai continuar sendo, independente da opinião que a autora tiver sobre brownies ou mesmo sobre o ursinho poof.


Cute.

Ao terminar os capítulos de Crônicas o leitor está sem ar: mais uma razão que não é razão. Em primeiro lugar, Senhor dos Anéis também tem finais de capítulo que deixam o leitor de batimento acelerado e pronto a emendar a leitura do próximo capítulo no final do anterior. Ela diz que o ritmo se torna lento em algumas partes e que é mais fácil fazer uma pausa ao ler Senhor dos Anéis. Eu digo que a história de SdA não precisa passar o tempo inteiro em momentos de tensão ou em guerra, mesmo quando se joga RPG, tem momentos de descanso, de planejamento, etc... Numa história de fantasia tal como SdA procede o mesmo. Quanto a essa história de pausas, isso depende muito da disposição do leitor, além do livro. Se você chegou do trabalho, ou está com sono, fome, etc... é bem possível que queira fazer pausa, tem muito mais coisa envolvida.


Bonita, mas não é o que se pode chamar de rainha.

Há mais reviravoltas na trama em um livro de Martin do que em todas as obras do Tolkien juntas: certamente GoT tem mais reviravoltas, na verdade por causa da história de não se saber quem é mocinho e quem é vilão em cada momento, isso acontece o tempo todo. GoT é bem imprevisível e isso é verdade, então a autora do citado artigo diz que SdA tem um final bem previsível com os mocinhos vencendo no final. Embora isso não seja segredo para ninguém, assim como em Star Wars também não o era, os meios pelo qual se chega ao final não são exatamente previsíveis, na verdade muita coisa que nem se imagina acontece com os personagens, mesmo sendo eles bem definidos como do bem ou do mal. Na verdade acho injusta a acusação de SdA ser previsível, o desenrolar da história é o que se pode chamar de aleatório com hobbits, magos e outros fazendo o que não se espera deles ou em situações que não se imagina que fossem se colocar.


O leitor troca de olhos a cada capítulo: Nem vou me estender nesse tópico, praticamente todo livro que faz uso de narrativa tem isso, tirando livros que são contados em primeira pessoa tais como Percy Jackson. Senhor dos Anéis com certeza também tem suas trocas de ponto vista, o único ponto de vista que não é abordado diretamente acho que é apenas do próprio Sauron.


Eis aí um cara com carisma.

Há personagens para todos os gostos: e em SdA também os há. Ela ainda diz que Martin criou personalidades distintas e complexas, como se os personagens de Tolkien fossem tocos de madeira sem nenhuma motivação. Me recuso a seguir adiante com qualquer palavra que seja sobre esse tópico, porque os personagens de Tolkien obviamente tem sua profundidade psicológica, é algo que até a pessoa mais inculta pode perceber.


As Crônicas de Gelo e Fogo duram mais: e até agora eu fico sem entender porque isso torna uma história "muito melhor" do que a outra. Na verdade tenho um contra e não um pró sobre esse tópico. Histórias muito longas tendem a perder o foco e se tornarem tediosas, encheção de linguiça, ou ainda desvirtuar a história inteira. Exemplos disso são Lost, Naruto, Bleach: histórias que se alongaram demais e acabaram fugindo a proposta que tinham no início. Tolkien tinha seu objetivo bem definido, e escreveu sobre ele, porque deveria ficar arranjando subquests, histórias laterais para estender a história? Ela é boa como foi escrita, não acho que ele deveria ter enrolado, se queria escrever o passado, podia abordá-lo em outros livros como foi feito através do Hobbit e do Silmarillion bem como outros, infelizmente ele não viveu para dar continuidade a Quarta Era da Terra Média, e tivemos de ficar apenas com a Terceira Era tendo seu fim na guerra do anel.


Na verdade, desde o princípio as histórias não deveriam ser comparadas, pois é como comparar uma banana e uma laranja, ou como comparar Lady Gaga e Roberto Carlos e dizer que a primeira é melhor porque é mais moderna. Cada um serviu ao seu propósito e são de tempos diferentes, assim como os livros citados no artigo. Tal comparação é absurda. O máximo que se pode dizer, é que realmente Game of Thrones é mais fácil de ler, porque está numa linguagem mais atual e menos descritiva do que O Senhor dos Anéis. Ou seja, no máximo poderíamos aproveitar uma dessas razões (a terceira) mas apenas para mencionar a facilidade em relação ao outro, uma história não é melhor do que a outra, e um leitor que deixa de conhecer o livro de SdA por preguiça, está deixando de conhecer uma das histórias épicas mais famosas e clássicas, e que abriu portas para muitas outras histórias de fantasia e foi inspiração para diversos RPGs no mundo todo. Já as outras 9 razões são todas absurdas como pudemos observar.


Veja bem caro leitor, novamente quero ressaltar que não estou dizendo que GoT é ruim, de baixa qualidade ou que você não deva ler. Na verdade eu recomendo muito Game of Thrones, garanto que vai despertar seu interesse, é cheio de sexo, falta de moral, intrigas políticas, reviravoltas e tudo mais que possa tornar a história interessante, meu objetivo aqui é dizer que uma história não é melhor do que a outra, porque elas não podem ser comparadas e também mesmo que pudessem, as razões são absurdas.


Game of Thrones tem 5 livros publicados sendo o último A Dance with Dragons com 1040 páginas lançado em julho deste ano. Destes 5 apenas 3 foram traduzidos até agora para o português e a previsão é que o autor escreva 7 livros para contar toda a saga de Westeros, isso se ele não mudar de idéia para mais ou para menos. Recomendo que você veja também o seriado, são 10 episódios, produzido pela HBO, está com bastante qualidade, fiel a medida do possível, com uma boa adaptação. É impossível não se identificar com alguma das famílias, ou se não for com uma das famílias pelo menos com um dos personagens.


O que eu estava dizendo mesmo?

Desde já, também deixo a recomendação de leitura: O Hobbit, O Senhor dos Anéis (trilogia), O Silmarillion, e se quiser mais da terra média ainda tem Contos Inacabados e Os Filhos de Húrin. Também assista a trilogia para cinema do Senhor dos Anéis, caso ainda não o tenha feito, seu herege e tem os filmes do Hobbit previstos para sair em 2012 e 2013. Sim, O Hobbit foi dividido em dois filmes, mas enfim, o que se há de fazer. Qualquer reclamação ou sugestão favor deixar comentário. Só não diz "Mãe, tô na globo!" porque aqui definitivamente não é a globo.


PS.: Não tem como não gostar de Arya.

PPS.:Não tem como não gostar da Daenerys.


Adicionalmente para quem já curte a história e o bom andamento de GoT veja estes links, um é informativo e o outro humorístico:

- Game of Thrones Infográfico

- Game of Thrones RPG (Vídeo/Humor)

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